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January 23, 2015 |

Televisão

O Itaú Cultural inaugura amanhã, numa homenagem ao aniversário de São Paulo, a exposição “A Arte da Lembrança – A Saudade na Fotografia Brasileira”, com 110 imagens de 36 fotógrafos brasileiros ou residentes aqui, que têm a saudade como tema. Entre as fotos selecionadas, trabalhos de German Lorca, Wagner Almeida, Voltaire Fraga e Luiz Braga. A curadoria é de Diógenes Moura e a mostra fica em cartaz até o dia 8 de março.
O Museu de Arte Sacra também abre amanhã a mostra “Arte Sacra na Ourivesaria”, que tem a curadoria de Jorge Brandão e Maria Inês Lopes Coutinho. São 130 obras entre jóias, relíquias, e peças do ritual litúrgico católico, de ouro e prata e cravejadas de pedras, que provam que existiam ourives em São Paulo no período colonial, ao contrário do que costuma-se dizer, que a província era pobre se comparada a Minas, Rio e Bahia. O museu presta, assim, sua homenagem ao aniversário da cidade.
O Museu de Arte Moderna, no Ibirapuera, abre na terça-feira uma mostra inédita, que alia as artes visuais à dança. O curador Felipe Chaimovich, do MAM, e Ines Bogea, diretora da São Paulo Companhia de Dança, criaram juntos a mostra Museu Dançante. O museu expõe, em sua sala principal, obras de seu acervo que remetem à dança ou ao movimento, assinadas por Helio Oiticica e Abraham Palatnick, entre outros, e instalações de Ernesto Neto e Franklin Cassaro, num total de 38 obras. Enquanto a Companhia de Dança se instala na Sala Paulo Figueiredo, para realizar um laboratório de dança contemporânea, ao vivo, e exibição de vídeos e documentários.
Também na terça-feira estréia o espetáculo Leo, da companhia alemã Circle of Eleven, com direção do canadense Daniel Brière, e atuação do mímico alemão Julian Schultz. Sombras e desenhos projetados criam um ambiente mágico que agrada a todas as idades. A montagem chega com um prêmio do Festival de Edimburgo à Caixa Cultural de São Paulo.
Boa noite.


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January 16, 2015 |

Televisão

O teatro é a pedida para este fim de semana, em São Paulo. Ary Fontoura faz “O Comediante”, no Teatro Raul Cortez. A peça de Joseph Meyer foi um dos últimos trabalhos dirigidos por José Wilker, que morreu em abril passado.
O Grupo Tapa apresenta o clássico “As Criadas”, de Jean Genet, no Teatro Aliança Francesa, com direção de Eduardo Tolentino. A montagem tem no elenco Clara Carvalho, Denise Weinberg e Emilia Rey.
As estreias de hoje são Guerra sem Batalha, da Cia Les Commediens Tropicales, que mistura teatro e música, no Centro Cultural São Paulo. E Dissecar uma Nevasca, da sueca Sara Stridsberg, no Sesc Belenzinho. A primeira é uma criação coletiva a partir da peça Mauser e do livro autobiográfico Guerra sem Batalha, do alemão Heiner Muller. Seis atores e quatro músicos interagem num palco que abriga um Fusca, uma máquina de lavar, uma sala de espera de hospital. Não esperem um enredo formal. O mesmo serve para Dissecar uma Nevasca que conta a história da mítica Rainha Cristina da Suécia, que venceu guerras e abdicou aos 27 anos. A tradução é de Bim de Verdier e a música de Leo Correa de Verdier, que descendem de um músico francês que foi para a Suécia no século 17, compor, justamente, para a rainha Cristina. A nevasca é reproduzida em cena com tecnologia.
Para quem gosta do inusitado, o grupo cearense Em Foco encena a peça Além dos Cravos, amanhã e domingo, às 16h, no Cemitério da Consolação. Entre lápides, o público é convidado a refletir sobre as incertezas da vida.
E para quem prefere a boa MPB, Milton Nascimento traz a turnê de A Tarde para o Teatro J. Safra. Ele faz uma releitura de clássicos dos seus 50 anos de carreira. E Miucha fica até domingo na Caixa Cultural, na Praça da Sé, apresentando Uma Cantora e Três Cariocas, que emenda canções de Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Chico Buarque, com histórias de amor e
boemia dos Anos Dourados do Rio de Janeiro. Aproveitem.
Boa Noite.